The Wall Street Journal
“Para qualquer problema complexo”, escreveu H.L. Mencken, “sempre há uma resposta clara, simples e errada”.
Isso é especialmente verdade a respeito do abuso e dependência de drogas. De fato, o problema é tão complexo que gerou não apenas uma, mas duas soluções claras, simples e erradas: a “guerra contra as drogas” (proibição, mais repressão maciça e indiferenciada) e as propostas de legalização generalizada das drogas.
Gazeta de Alagoas
Uma questão que não deve ser esquecida é o problema do uso abusivo de esteroides anabolizantes por adolescentes. Estudos norte-americanos mostram que a média de idade do início do uso é de 14 anos, mas há relatos de antes de 10 anos. A utilização de anabolizantes é mais provável de ocorrer entre atletas que recebem patrocínios. Há também um número razoável de adolescentes que usam anabolizantes e que não participam de competições, mas estão envolvidos em musculação e levantamento de peso, em uma tentativa de melhorar a aparência como consequência de insatisfação com a própria imagem corporal.
Revista Veja
Pesquisa pode levar ao desenvolvimento de novas técnicas para tratar a dependência em cocaína e crack.
O uso repetido de cocaína diminui a quantidade de uma proteína necessária para o funcionamento normal do cérebro humano. O efeito atinge diretamente o centro de recompensa do cérebro, o que pode explicar por que a droga vicia tanto. Esse é o resultado de uma pesquisa feita com ratos no Centro Médico Monte Sinai, em Nova York. Segundo os cientistas, suas descobertas podem levar ao desenvolvimento de novas técnicas para tratar o vício em cocaína e crack. O estudo foi publicado neste domingo na revista Nature Neuroscience.
UOL
Publicado no periódico The British Journal of Clinical Pharmacology, o novo estudo observou mais de 13 mil gestantes, das quais 1.200 tinham hipertensão induzida pela gravidez, sem histórico de hipertensão anterior à gestação. Os pesquisadores descobriram que o risco de ter pressão arterial alta era 53% maior nas mulheres que estavam tomando algum tipo de antidepressivo.
Revista Veja
Pesquisadores da Universidade de Pequim, na China, e do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos identificaram uma nova estratégia para ajudar dependentes químicos que se encontram em abstinência a evitar recaídas. A abordagem da equipe consiste em expor repetidamente os dependentes a fatores como cheiros ou sons que os façam lembrar-se da sensação provocada pela droga até que eles se tornem menos sensíveis aos estímulos. Os resultados da experiência foram publicados nesta quinta-feira na revista Science.
Portal Universidade
A Lei 10.216/2001 garante vários direitos ao pacientes com transtornos mentais, como a participação de sua família no tratamento e da proteção contra qualquer forma de abuso. No entanto, os profissionais de saúde que atendem esses pacientes desconhecem a lei, mesmo que atuem na área há pouco tempo. É o que mostra estudo defendido na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP.
G1/Tv Tem
O Cread (Centro de Referência em Educação na Atenção ao Usuário de Drogas) da região de Sorocaba (SP) inscreve até o dia 7 de abril os interessados para quatro cursos. Todos são gratuitos e direcionados a médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos e todos os demais profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) e de Assistência Social (SUAS), em relação à atenção aos que fazem uso indevido de drogas.
SRZD
“Não é justo que toda a sociedade arque com os custos do tratamento através do SUS e as empresas que os viciam fiquem com o lucro”, diz deputado do Rio de Janeiro
O Deputado Estadual do Rio de Janeiro, Nilton Salomão (PT), apresentou último dia 29 de dezembro Projeto de Lei (PL) obrigando os produtores de bebidas alcoólicas e cigarros a contribuírem para o tratamento dos dependentes de seus produtos. Segundo o PL, se aprovada, a Contribuição Compulsória para o Combate à Dependência Química no Estado do Rio de Janeiro, será fixada pelo Poder Executivo em uma variação de 50 até 5000 (cinco mil) Unidades Fiscais de Referência – UFIR/RJ por mês.
O Brasil ainda tem se negado a aceitar a própria velhice. Já o crack não tem preconceito de idade. Os fornecedores da droga, que custa menos que uma dose de cachaça (de R$2 a R$ 10 a unidade) e vicia mais que a bebida, já faz novas vítimas. Depois dos jovens, que ainda são a maioria, o crack já atrai pessoas acima dos 50 anos.
Jornal Primeira Edição
Recentemente o governo federal lançou um programa nacional de combate ao crack. A droga já é considerada como epidemia e, portanto, necessita ser enfrentada como tal. São várias ações públicas que irão envolver mais de R$ 4 bilhões de investimentos. Afinal, 89% das cidades brasileiras enfrentam problemas com drogas.